Vanessa no Ano Formativo
A missão me envolve, a missão me convida, a missão me empolga. Eu quero ir além das fronteiras. Eu quero sair do meu “mundinho”, desejo anunciar a tua Palavra. Quero compartilhar com “o mundo” o amor que sinto por Ti. Senhor, eu me abandono em teus braços, em teu colo, para ir até os “confins da Terra”.
Tenho medo, mas eu estou aqui para encontrar a Ti nos irmãos necessitados, nos “últimos”.
Desde que comecei a minha experiência na casa formativa, estava muito feliz e em paz. Está sendo uma experiência de mudança, na qual já sinto saudades da minha família e dos meus amigos do Lindéia.
Porém, a vida em Comunidade no Ipê Amarelo me faz sentir em família. O povo e os Leigos Missionários Combonianos já são todos meus “parentes” que me ajudarão a viver essa caminhada formativa, rumo à África.
Depois de nove meses de experiência missionária no Ipê Amarelo, eu estou em formação, em preparação para partir rumo Maputo-Moçambique-África. Agradeço a Deus por essa caminhada na casa formativa. Nesse mês de outubro, mês da missão, me encontro totalmente realizada. A minha vocação é missionária, não consigo ficar parada diante do chamado de Deus no qual é para todos nós batizados. Eu demorei para responder, fugi, mas agora estou aqui com toda a minha fragilidade e pequenez, me abandonando no Deus da vida.
Por que África? África é uma paixão antiga, foi amor a primeira vista. Sempre fiquei incomodada com a injustiça do mundo, com a fome do mundo, porém a miséria da África inquieta o meu coração. Eu quero ir para África, quero conviver com o povo, quero ajudar de alguma forma.
Como missionária, desejo ir além da minha casa, da minha paróquia, do Brasil, além fronteiras.
No mês de outubro estamos festejando Daniel Comboni, o testemunho desse homem que abandonou a sua vida nas mãos de Deus para ajudar o povo africano. (“Salvar África por meio da própria África”). E também é festa da Nossa Senhora Aparecida. Eu me sinto acompahada pela proteção desses santos.
A missão não é algo solitário, é comunitário. A missão é na comunidade. Eu poderia ir para África fazer um intercâmbio e pronto, mas eu quero ir em nome da igreja, enviada pela comunidade paroquial. Eu quero conviver com o povo, ser leiga, ser missionária. Abrir o meu coração para o irmão que sofre, mesmo não tendo solução para os problemas, estarei lá para tentar em “conjunto” a encontrar uma solução.
Como uma adolescente estou anciosa, estou em festa (apesar dos medos) para ir para África.
Eu agradeço a Deus pela minha família que está me ajudando nesse tempo. A minha mãe é um exemplo de missionária, ela me ensinou a ver Deus presente no outro, na situações do dia-a-dia, na doação para outro. A minha mãe é uma grande força nessa minha caminhada de missão, que me estimula e rezar por mim.
Eu peço oração.
Na graça,
Tenho medo, mas eu estou aqui para encontrar a Ti nos irmãos necessitados, nos “últimos”.
Desde que comecei a minha experiência na casa formativa, estava muito feliz e em paz. Está sendo uma experiência de mudança, na qual já sinto saudades da minha família e dos meus amigos do Lindéia.
Porém, a vida em Comunidade no Ipê Amarelo me faz sentir em família. O povo e os Leigos Missionários Combonianos já são todos meus “parentes” que me ajudarão a viver essa caminhada formativa, rumo à África.
Depois de nove meses de experiência missionária no Ipê Amarelo, eu estou em formação, em preparação para partir rumo Maputo-Moçambique-África. Agradeço a Deus por essa caminhada na casa formativa. Nesse mês de outubro, mês da missão, me encontro totalmente realizada. A minha vocação é missionária, não consigo ficar parada diante do chamado de Deus no qual é para todos nós batizados. Eu demorei para responder, fugi, mas agora estou aqui com toda a minha fragilidade e pequenez, me abandonando no Deus da vida.
Por que África? África é uma paixão antiga, foi amor a primeira vista. Sempre fiquei incomodada com a injustiça do mundo, com a fome do mundo, porém a miséria da África inquieta o meu coração. Eu quero ir para África, quero conviver com o povo, quero ajudar de alguma forma.
Como missionária, desejo ir além da minha casa, da minha paróquia, do Brasil, além fronteiras.
No mês de outubro estamos festejando Daniel Comboni, o testemunho desse homem que abandonou a sua vida nas mãos de Deus para ajudar o povo africano. (“Salvar África por meio da própria África”). E também é festa da Nossa Senhora Aparecida. Eu me sinto acompahada pela proteção desses santos.
A missão não é algo solitário, é comunitário. A missão é na comunidade. Eu poderia ir para África fazer um intercâmbio e pronto, mas eu quero ir em nome da igreja, enviada pela comunidade paroquial. Eu quero conviver com o povo, ser leiga, ser missionária. Abrir o meu coração para o irmão que sofre, mesmo não tendo solução para os problemas, estarei lá para tentar em “conjunto” a encontrar uma solução.
Como uma adolescente estou anciosa, estou em festa (apesar dos medos) para ir para África.
Eu agradeço a Deus pela minha família que está me ajudando nesse tempo. A minha mãe é um exemplo de missionária, ela me ensinou a ver Deus presente no outro, na situações do dia-a-dia, na doação para outro. A minha mãe é uma grande força nessa minha caminhada de missão, que me estimula e rezar por mim.Eu peço oração.
Na graça,
Vanessa, LMC